8 de junho de 2008
“Sabe, agora tudo parecia se encaixar completamente, não em significados, ela não sabe inda por que ela fizera tudo aquilo, eram impulsos? Talvez! Sempre utilizava a desculpa de ser uma brincadeira, ele nunca a descobriria não é? Um email, um perfil com um pseudônimo significativo, um pouco de loucura interna e um bendito impulso, pronto, tudo começou. A fixação, ou “motivo de observação” como gostava de falar, virara de repente mais que isto, era alguém que conversava de vez em quando e em vez de apenas o “anjo” ele se tornaria um tanto real.
Descobrira alguns detalhes maiores do que o nome roubado na lista dos alunos da sala ao lado, do que com quem ele andava no intervalo ou do que meras observações durante alguns minutos do dia escolar e o incrível, isto não era muito bom.
Logo a curiosidade dele falara mais alto, não poderei descrever e ou se quer supor o que ele pensara, o que ainda pensa e se quer se pensou, mas a graça da “brincadeira” aos poucos se desfez e a realidade e talvez algumas máscaras caíram, pelo menos as dela, não era mais Pandora, era apenas agora um garota qualquer da sala ao lado que lhe mandara um conto? Que o observava por algum tempo e que os amigos podiam cochichar nas horas vagas?
As conversas viraram banais e triviais como um “bom dia”, a lembrança de um imagem virou traços perdidos em um web can estragada e de voz em um único “oi” dado em um momento de distração, no fim, realmente era o fim.
Ela não tivera esperanças e nem expectativas quando tudo começara, não poderia reclamar, era como se já esperasse por aquilo, mas talvez fora pior, pois agora, era uma fixação do inacabado, um inacabado sem começos, um tanto irônico não?
Ele não poderia compreender isso, não poderia compreender porque no começo ela forçava sorrisos e conversas com as amigas quando passava para não direcionar o olhar para ele ou porque se recusava a se quer pensar naquilo, aos poucos ela desejava nunca ter ‘aparecido’, sido descoberta, talvez por que agora ao sentir olhares sobre si era como se quisesse os ‘bastidores’.
No fim, não sabe bem por que as coisas acontecerão, porque sentido ela se mostrou e tirou algumas máscaras, tudo ficou meio incompleto e ai talvez esteja a mágica dos contos inacabados e das histórias sem finais felizes, um amor platônico se desfaz, não na fixação, isto ainda a fará compania por algum tempo, mas agora entedia alguns detalhes.
Objeto observação? Não era antropóloga e nem socióloga, para analisar outras pessoas as observando e agora muitos mais do que os outros saberem, ela sabia e não adiantava criar desculpas que ninguém mais acreditava, pois finalmente a história acabaria, os olhos o viram, mas ele partiu, não fisicamente, ele continuaria la com seus cabelos bagunçados e um estilo incomum sentado com seus colegas de sala, mas agora ele era apenas o que sempre fora, um humano desconhecido, mas mais que isso agora ela sabia disso e no fim, em uma história de só um lado, era isto que importava.”
Descobrira alguns detalhes maiores do que o nome roubado na lista dos alunos da sala ao lado, do que com quem ele andava no intervalo ou do que meras observações durante alguns minutos do dia escolar e o incrível, isto não era muito bom.
Logo a curiosidade dele falara mais alto, não poderei descrever e ou se quer supor o que ele pensara, o que ainda pensa e se quer se pensou, mas a graça da “brincadeira” aos poucos se desfez e a realidade e talvez algumas máscaras caíram, pelo menos as dela, não era mais Pandora, era apenas agora um garota qualquer da sala ao lado que lhe mandara um conto? Que o observava por algum tempo e que os amigos podiam cochichar nas horas vagas?
As conversas viraram banais e triviais como um “bom dia”, a lembrança de um imagem virou traços perdidos em um web can estragada e de voz em um único “oi” dado em um momento de distração, no fim, realmente era o fim.
Ela não tivera esperanças e nem expectativas quando tudo começara, não poderia reclamar, era como se já esperasse por aquilo, mas talvez fora pior, pois agora, era uma fixação do inacabado, um inacabado sem começos, um tanto irônico não?
Ele não poderia compreender isso, não poderia compreender porque no começo ela forçava sorrisos e conversas com as amigas quando passava para não direcionar o olhar para ele ou porque se recusava a se quer pensar naquilo, aos poucos ela desejava nunca ter ‘aparecido’, sido descoberta, talvez por que agora ao sentir olhares sobre si era como se quisesse os ‘bastidores’.
No fim, não sabe bem por que as coisas acontecerão, porque sentido ela se mostrou e tirou algumas máscaras, tudo ficou meio incompleto e ai talvez esteja a mágica dos contos inacabados e das histórias sem finais felizes, um amor platônico se desfaz, não na fixação, isto ainda a fará compania por algum tempo, mas agora entedia alguns detalhes.
Objeto observação? Não era antropóloga e nem socióloga, para analisar outras pessoas as observando e agora muitos mais do que os outros saberem, ela sabia e não adiantava criar desculpas que ninguém mais acreditava, pois finalmente a história acabaria, os olhos o viram, mas ele partiu, não fisicamente, ele continuaria la com seus cabelos bagunçados e um estilo incomum sentado com seus colegas de sala, mas agora ele era apenas o que sempre fora, um humano desconhecido, mas mais que isso agora ela sabia disso e no fim, em uma história de só um lado, era isto que importava.”
