28 de outubro de 2008
A inspiração lhe falta, o tormento lhe preenche, e a duvida lhe incomoda. As incertezas estão em toda parte, e até a simples letra se faz difícil ao se por no papel e um digito incompleto intimida insatisfatoriamente a mais humilde opinião. Tolos... Tolos textos e prosas, indícios de esperanças marcadas pela pureza de uma infância inexistente. Fadas, sonhos e príncipes, espera o que então? Castelo e bosques encantados? Não, prédios e pessoas foram criados, duvidas e mentiras, capitais e brilhantes. Realidade se fez presente e a razão, loucura de seguir o decreto ou não... Ela não sabe, ela não entende... A história é estagio presente de sua vida sem estórias. Papeis em branco apenas se encontram e a duvidas e divagações se perdem, o papel se preenche e a duvida some, que pouco importe tudo, que suma a realidade, qual a importância da crueldade, diante da arte? Uma simples realidade! Nada mais importa... Nada mais importa... Nasce ali, o escritor, o real e completo, inspirador e inspirado autor.
