10 de março de 2008
Acordou, olhou para os dois lados como se quisesse ter certeza que dia era, não tinha jeito, a mulher cabelos negros a agitando para despertar e se levantar para o dia de aula... Não lhe restava duvidas, com certeza domingo já havia passado.
Respirou pesadamente, os olhos no espelho deixavam claro o quanto ela havia chorado na noite anterior, como podia ter acabado assim? Perguntava-se a garota ainda não acreditando nas próprias atitudes infantis e problemáticas, estava cansada do que havia se tornado e que rumo estava levando sua vida.
Não tinha mais nada a fazer e naquele momento... Mais ninguém que realmente se importasse com ela. Porque ela sempre fugia dessas pessoas? Porque sempre se distanciava e pouco acreditava? Na realidade, não apenas dele e sim do mundo que a cerca? Porque tudo não poderia ser mais fácil e simplesmente deixar rolar? Simplesmente se perdoar e acreditar que tudo vai ser melhor? Que a paz finalmente chegaria?
Eram muitas perguntas e o tempo era muito curto, a mensagem lida na noite anterior ainda lhe afligia a cada segundo “Me ligue até amanhã, caso não ligar, saberei que não foi apenas mais uma crise e que realmente a sua decisão foi tomada”. O que ela faria? O que sentia naquele momento? Era falta ou comodidade? Ou realmente era dor lastimável de perder alguém que se ama por... NADA?!
Chegou, caminhou até a sala ao fundo, sentiu os olhos sobre si, sabia que não eram para ela, que ninguém sabia, mas naquele momento era com se mil olhos a seguissem, como se mil olhos a condenassem, na realidade não passando de si mesma.
Um sorriso fraco foi dado aos amigos, mas eles sabiam... Algo estava errado! Assim a parte do ombro amigos fez juz ao nome e conselhos e frases positivas foram escutadas, mas porque aquilo lhe doía tanto? Apenas de saber que eles falavam sobre aquilo, apenas de saber que não fora um pesadelo e que como tal realidade, pessoas já até a consolavam.
Começara a aula, ‘comunicação’... “O poder da comunicação”... Oh sim, explicações sobre interpretação e comunicação entre as pessoas, sentimentos e uma frase de “O Pequeno Príncipe”, algo como “ Você é eternamente responsável pelo que cativas”...
Momentos e mais momentos lhe passavam pela cabeça, um misto de sentimentos e saudade lhe assombravam, e então os dedos pareciam naquele momento ter vida própria e assim as mãos foram até os delicados botões do celular.
Uma mensagem foi escrita e o botão enviar foi apertado. Sim não tinha como, o amava e não desistiria assim tão fácil como fizera, se ele quisesse ambos poderiam ter uma segunda chance e um momento de concertar isso, juntos.
A realidade acontecera e logo coma decisão, o dia passara mais leve. Resolver, decidir, chegar a conclusões sobre a vida sempre faziam bem a garota, que como qualquer adolescente e talvez mais, estava perdida.
Assim, o último sinal batera, era hora de ir embora, sua casa a esperava, dormiu e a tarde assim passara rápido, os olhos não desgrudavam do celular, apenas uma resposta, era tudo que queria.
Nada!
O dia passou rápido, assim apenas o que lhe restava era dormir, quem sabe amanhã parecer um dia melhor. Assim, novamente a mesma rotina a bater na janela, hora de acordar, hora de ir a escola... As aulas como sempre passaram rápido e com conversas com os amigos já começavam a alegrá-la.. Ela havia desistido, porque ele não poderia desistir, se cansar agora das crises infantis dela? Porém ao último sinal daquele dia, ao caminhar por aquele corredor, sair ao portão, entre adolescentes barulhentos e alvoroçados com a hora da saída, lá estava ele, do mesmo jeito que ela tinha cada segundo em sua mente.
Seus olhos lhe davam a certeza havia feito a escolha certa, se aproximou, um abraço foi dado e ali novamente, como no primeiro dia, os lábios se encontraram... Finalmente, tudo estava bem! .
Respirou pesadamente, os olhos no espelho deixavam claro o quanto ela havia chorado na noite anterior, como podia ter acabado assim? Perguntava-se a garota ainda não acreditando nas próprias atitudes infantis e problemáticas, estava cansada do que havia se tornado e que rumo estava levando sua vida.
Não tinha mais nada a fazer e naquele momento... Mais ninguém que realmente se importasse com ela. Porque ela sempre fugia dessas pessoas? Porque sempre se distanciava e pouco acreditava? Na realidade, não apenas dele e sim do mundo que a cerca? Porque tudo não poderia ser mais fácil e simplesmente deixar rolar? Simplesmente se perdoar e acreditar que tudo vai ser melhor? Que a paz finalmente chegaria?
Eram muitas perguntas e o tempo era muito curto, a mensagem lida na noite anterior ainda lhe afligia a cada segundo “Me ligue até amanhã, caso não ligar, saberei que não foi apenas mais uma crise e que realmente a sua decisão foi tomada”. O que ela faria? O que sentia naquele momento? Era falta ou comodidade? Ou realmente era dor lastimável de perder alguém que se ama por... NADA?!
Chegou, caminhou até a sala ao fundo, sentiu os olhos sobre si, sabia que não eram para ela, que ninguém sabia, mas naquele momento era com se mil olhos a seguissem, como se mil olhos a condenassem, na realidade não passando de si mesma.
Um sorriso fraco foi dado aos amigos, mas eles sabiam... Algo estava errado! Assim a parte do ombro amigos fez juz ao nome e conselhos e frases positivas foram escutadas, mas porque aquilo lhe doía tanto? Apenas de saber que eles falavam sobre aquilo, apenas de saber que não fora um pesadelo e que como tal realidade, pessoas já até a consolavam.
Começara a aula, ‘comunicação’... “O poder da comunicação”... Oh sim, explicações sobre interpretação e comunicação entre as pessoas, sentimentos e uma frase de “O Pequeno Príncipe”, algo como “ Você é eternamente responsável pelo que cativas”...
Momentos e mais momentos lhe passavam pela cabeça, um misto de sentimentos e saudade lhe assombravam, e então os dedos pareciam naquele momento ter vida própria e assim as mãos foram até os delicados botões do celular.
Uma mensagem foi escrita e o botão enviar foi apertado. Sim não tinha como, o amava e não desistiria assim tão fácil como fizera, se ele quisesse ambos poderiam ter uma segunda chance e um momento de concertar isso, juntos.
A realidade acontecera e logo coma decisão, o dia passara mais leve. Resolver, decidir, chegar a conclusões sobre a vida sempre faziam bem a garota, que como qualquer adolescente e talvez mais, estava perdida.
Assim, o último sinal batera, era hora de ir embora, sua casa a esperava, dormiu e a tarde assim passara rápido, os olhos não desgrudavam do celular, apenas uma resposta, era tudo que queria.
Nada!
O dia passou rápido, assim apenas o que lhe restava era dormir, quem sabe amanhã parecer um dia melhor. Assim, novamente a mesma rotina a bater na janela, hora de acordar, hora de ir a escola... As aulas como sempre passaram rápido e com conversas com os amigos já começavam a alegrá-la.. Ela havia desistido, porque ele não poderia desistir, se cansar agora das crises infantis dela? Porém ao último sinal daquele dia, ao caminhar por aquele corredor, sair ao portão, entre adolescentes barulhentos e alvoroçados com a hora da saída, lá estava ele, do mesmo jeito que ela tinha cada segundo em sua mente.
Seus olhos lhe davam a certeza havia feito a escolha certa, se aproximou, um abraço foi dado e ali novamente, como no primeiro dia, os lábios se encontraram... Finalmente, tudo estava bem! .
1 Comentários:
Legal o teu blog, primeira vez que estou o visitando e vi que você comentou no meu, então estou retribuindo a visita.
Enfim, curti teu blog.. legal, ainda não o vi por inteiro, mas é legal.
Valew por comentar no meu.
Beijos...
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