4 de abril de 2008
Sim, ela sabia, estavam certos quando diziam aquelas palavras duras a ela, ela que sempre falou e se pôs a fingir que sabia de tudo e que era forte o bastante para enfrentar isso, agora merecia escutar aquelas benditas palavras. Merecia escutar que estava errada e que aquilo nunca mais aconteceria.
Não veria o rosto dele em mais nenhum e nem sua voz em mais nenhum timbre, não poderia voltar no tempo e impedir que ele se fosse, que ele partisse e aquela promessa “Vou estar sempre contigo” fosse provada uma tola ilusão, sim ele não tinha culpa,e nem ela, mas ela tolamente o culpava em vão, ele tinha culpa de não estar ali, com ela.
Ela sabia que nunca sentiria aquele abraço e aquele cafuné que somente ele fazia quando ela se deitava em seu colo, não veria os olhos dele com aquele brilho contagiante como se fossem olhos de uma criança.
Ele não mais a buscaria na porta do colégio e levaria até o portão de sua casa ou na rua mais próxima que pudesse chegar, sim, ele não mais secaria suas lagrimas e não lhe tiraria o cabelo da frente de seus olhos.
Ninguém mais seria tão verdadeiro e confiante, ninguém lhe prometeria mais fazê-la rir a qualquer custo, a ninguém mais ela conseguiria fazer o que não fez por ele.
Ela tentara, eu juro que ela tentara, mas a menina de olhos amendoados não tinha mais escolhas a não ser uma crua esperança.
Não mais seria vela e ajudaria ele nas complicações amorosas e nem se quer riria de suas piadas sem muita graça.
Não escutaria musicas que não gostava e diria que era interessante só para agradá-lo ou diria que ele era mais bonito que um galã de cinema, mas ainda sim ela tentava.
Não mais o teria, isto a vida já deixara claro, não mais enxergaria o por do sol como antes visto com ele.
Mas ainda sim, ela não desistia, afinal se Pandora conseguiu fechar a caixinha dos males do mundo a tempo de o mal que exterminaria com a esperança sair, deve ter um motivo, não é?
E assim a cada dez meses ela tenta, mesmo falhando na maioria das vezes. Assim ela já o tem apenas no coração e queria pela primeira vez naquele por do sol enxergar outros olhos que não fosse os dele em sua mente a assombrando e naquele instante ela resmunga ao vento como se fosse seu maior correspondente.
_ Procura-se um amigo!
Porém, ele nada respondia.
Não veria o rosto dele em mais nenhum e nem sua voz em mais nenhum timbre, não poderia voltar no tempo e impedir que ele se fosse, que ele partisse e aquela promessa “Vou estar sempre contigo” fosse provada uma tola ilusão, sim ele não tinha culpa,e nem ela, mas ela tolamente o culpava em vão, ele tinha culpa de não estar ali, com ela.
Ela sabia que nunca sentiria aquele abraço e aquele cafuné que somente ele fazia quando ela se deitava em seu colo, não veria os olhos dele com aquele brilho contagiante como se fossem olhos de uma criança.
Ele não mais a buscaria na porta do colégio e levaria até o portão de sua casa ou na rua mais próxima que pudesse chegar, sim, ele não mais secaria suas lagrimas e não lhe tiraria o cabelo da frente de seus olhos.
Ninguém mais seria tão verdadeiro e confiante, ninguém lhe prometeria mais fazê-la rir a qualquer custo, a ninguém mais ela conseguiria fazer o que não fez por ele.
Ela tentara, eu juro que ela tentara, mas a menina de olhos amendoados não tinha mais escolhas a não ser uma crua esperança.
Não mais seria vela e ajudaria ele nas complicações amorosas e nem se quer riria de suas piadas sem muita graça.
Não escutaria musicas que não gostava e diria que era interessante só para agradá-lo ou diria que ele era mais bonito que um galã de cinema, mas ainda sim ela tentava.
Não mais o teria, isto a vida já deixara claro, não mais enxergaria o por do sol como antes visto com ele.
Mas ainda sim, ela não desistia, afinal se Pandora conseguiu fechar a caixinha dos males do mundo a tempo de o mal que exterminaria com a esperança sair, deve ter um motivo, não é?
E assim a cada dez meses ela tenta, mesmo falhando na maioria das vezes. Assim ela já o tem apenas no coração e queria pela primeira vez naquele por do sol enxergar outros olhos que não fosse os dele em sua mente a assombrando e naquele instante ela resmunga ao vento como se fosse seu maior correspondente.
_ Procura-se um amigo!
Porém, ele nada respondia.

2 Comentários:
olah
novamente aki
vou ler com bastante calma td q tem aki
aih vou dxar um comentario mais critico e inteligent
ok?
bj
Há! Minha prima causa sensações angustiantes gostosas.. =)
Paradoxo? Não, talvez..
hehe
linda!
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