23 de agosto de 2008
"Não sou poeta! Não sou se quer tão lunática quanto queria, nem se quer tão sonhadora quanto deveria, apenas em entrego a ilusões, e saudades. Saudades de coisas não acontecidas e momentos despercebidos, de amigos não existentes e risadas contentes, mas que não foram soltas ao ar e ficaram apenas no pensar. Saudades de abraços complacentes e mãos dadas desajeitadamente, mas que não, estas cenas não existiram, não...”eles” não existirão! Tento me convencer,que é apenas uma ilusão, era tudo que eu tinha... certezas irreais, mentiras e remorsos, e até brigas imaginarias, de pessoas inexistentes, cenas inconvenientes e questões de dias impertinentes, onde “e ele ria” virava uma mantra, e eu apenas perdia-me pouco a pouco, na sabia como fugir, não sabia como voltar, era apenas um entregar sem entregas, apenas um sonho sem dormir, muito além de amigos imaginários e muito menos do que amigos reais, apenas ilusões, personagens sem um papel, apenas crenças tolas e esperanças vãs.. Apenas um nada e um tudo, apenas isso.. Apenas aquilo!
Não importava e nunca importou, a sanidade faltava e a vida dispersava, o que faria? Pelo que lutaria? Não havia como encontrar nossos dedos, não havia como ver a cor de seus olhos sem fechar os meus e não tinha como acreditar em anjos sem ver suas asas, ilusões.. Eu sabia que eram, mas o que faria? Não poderia me obrigar a esquecer, afinal só assim lembraria, e muito menos a não crer, tinha esperanças de um dia acordar e muito além dos sonhos algo se realizar, vãs esperanças.... Mas por quanto tempo, questionou a razão, eu simplesmente fechei os olhos e o vi mais uma vez, apenas uma certeza, apenas mais uma incerteza, era tempo indeterminado, apenas um erro de quem era amado. Um sonho, a razão defendia, um pesadelo o coação reagia, tanto faz e tanto importou, apenas não podia parar agora, depois de anos a vagar era um luta sem par, sem erros e colisões, apenas amigos imaginários, apenas mentiras incompletas, não, era apenas um dia, não era apenas um querer ou não, mas não tinha mais o que pensar, me machucar era tolo, não tinha porquês, era melhor dormir..era melhor sorrir, e deixar para la, um dia.. Oh sim um dia as coisas iam mudar, por enquanto me perdia, e sim, e “ele sorria”. "
Não importava e nunca importou, a sanidade faltava e a vida dispersava, o que faria? Pelo que lutaria? Não havia como encontrar nossos dedos, não havia como ver a cor de seus olhos sem fechar os meus e não tinha como acreditar em anjos sem ver suas asas, ilusões.. Eu sabia que eram, mas o que faria? Não poderia me obrigar a esquecer, afinal só assim lembraria, e muito menos a não crer, tinha esperanças de um dia acordar e muito além dos sonhos algo se realizar, vãs esperanças.... Mas por quanto tempo, questionou a razão, eu simplesmente fechei os olhos e o vi mais uma vez, apenas uma certeza, apenas mais uma incerteza, era tempo indeterminado, apenas um erro de quem era amado. Um sonho, a razão defendia, um pesadelo o coação reagia, tanto faz e tanto importou, apenas não podia parar agora, depois de anos a vagar era um luta sem par, sem erros e colisões, apenas amigos imaginários, apenas mentiras incompletas, não, era apenas um dia, não era apenas um querer ou não, mas não tinha mais o que pensar, me machucar era tolo, não tinha porquês, era melhor dormir..era melhor sorrir, e deixar para la, um dia.. Oh sim um dia as coisas iam mudar, por enquanto me perdia, e sim, e “ele sorria”. "

1 Comentários:
Sorria.Não, sorri.
Sorriu sempre quando vejo seu rosto no meu blog. Sorrirei sempre quando poder ver vc online.
Esperança cadê vc?
hope beggins with smiles.
green smiles.
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