4 de dezembro de 2010
O ano passou como minutos longos, mas apenas minutos. Quem dera poder parar o tempo, mas não posso, então o que fazer? Assusta-me a dimensão que ele acomete, o que tanto se transforma, modifica e em um turbilhão constante se amplifica. Grito até perder a voz para que uma paz sublime, sublime paz, se apodere dele e que a sensação de que é sempre tarde demais se mingúe o bastante para que não nos faça erguer uma muralha contra o passado e nem um santuário com o futuro. Apenas ali, apenas agora, mas que olhe só, já passou.

2 Comentários:
o passado já era para nós
mas não nós para o passado
bom
bonito relógio
Depois de einstein nada mais é impossível com relação ao tempo.
... Mas deixando de lado a física, de fato é cruel como tudo passa tão rápido.
Gostei do seu blog e dos seus textos. :D
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