2 de fevereiro de 2010

As palavras dançavam pouco a pouco no papel. A inspiração havia voltado e eu não a queria aqui. Era errado...
Errado aqueles olhos e aquele sorriso. Errado as malditas borboletas celestes e o bem-querer de um elogio insosso. Dos nervos sapateadores ás rimas ricas e desconexas; eu simplesmente não as desejava. Não agora, não por isto. Não por ele...
Não eram no papel e nem num cadeado solto, eram em mim e ali ele não deveria estar. Ele não podia estar... Apenas mais uma inspiração de olhos cor de conhaque. A ressaca seria terrível e eu nem me importava agora.
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