Cravo e Jasmim - Final

24 de abril de 2010

Casaram-se na tal cerimônia de setenta e três pessoas em uma tarde amena no meio da semana, não tão plenamente aceita pelos Lacorte, mas o que poderiam fazer? Esperar pelo próximo escândalo protagonizado pela filha e esperar o convento como resposta? Eis que o novo casamento contou e viveu as mais belas histórias de casais por um ano.


Mudaram-se para o sul de um pais tropical, uma chance de progresso a que tudo indicava.

A foto do porto fazia sorriso brotarem facilmente no rosto da nova senhora Cravo. Com Daniel ela era mesmo ela o tempo todo. Era no que bem ou mal a completava e mesmo assim, o que ambos esperavam. E a viagem seria um bom começo da vida de casados, da família nova que surgia.

A viagem de navio se realizou em uma noite estrelada, Fred e Rose desejavam que voltassem logo e os pais de Manuele que ela fosse de fato o que todos esperavam. Ela nunca seria. Era o que Daniel esperava, já era o suficiente.

Mas qualquer esperança, de que lado viesse, se partiu em um acidente. E assim, Daniel viu os olhos de Manuele se perderem no oceano, como se dali eles sempre tivessem sido parte.

Parece um final triste, eu sei, um ano de casamento feliz depois de anos de companheirismo acabados em um acidente trágico que se perde na memória entre tantos outros no oceano Atlântico, mas bom, certamente não foi um único ano de amor. Eles se amaram desde o primeiro garoto na janela e a menina de cabelo de fogo no quintal verde.

Se ele seguiu em frente? Não sei. Só sei que obviamente este não é o fim da história, afinal ela começou com “era uma vez” e só existe um final para este tipo de história, sendo assim, onde quer que eles estejam, só resta a eles esperar!

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