O russo

24 de agosto de 2010

_Mikhail Ker.. Kera... Keres.. – Ela ainda segurava suas mãos quando começou a rir, seu toque era suave. - Mikhail? Gosto deste nome, gosto mesmo!
Os olhos castanhos se fecharam um pouquinho e os lábios vermelhos se entreabriram como se saboreasse cada palavra que saia de sua boca. Havia um furinho também, os olhos dele grudaram nele... Era na bochecha e até delicado, mas surgia magicamente cada vez que ela sorria. Ela sorria o tempo todo, foi descobrindo aos poucos. Os cabelos platinados também riram para ele naquele instante, onde pragmáticos ventos o tomaram a luz do entardecer de Moscou, como se guizos o tomassem na peripécia: “Esta perdido Kerenski, perdi-i-ido”.

(Trechinho de mais um projeto qualquer.)

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